Zubeldía fora: Fluminense exige faxina completa na diretoria
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Bandeira do Fluminense Football Club
Zubeldía fora: Fluminense exige faxina completa na diretoria
A demissão de Luis Zubeldía do comando técnico do Fluminense FC, anunciada na manhã desta quinta-feira, 13 de agosto, representa um passo importante para a torcida tricolor, mas a insatisfação com a atual gestão do futebol vai além do banco de reservas. Segundo informações do portal Explosão Tricolor, o sentimento geral é de que a saída do treinador argentino e seus auxiliares — Maxi Cuberas, Carlos Gruezo, Alejandro Escobar e o preparador físico Lucas Vivas — é apenas o começo de uma necessária reestruturação.
Demora na decisão e responsabilidades compartilhadas
A torcida lamenta a lentidão da diretoria em tomar uma atitude drástica, especialmente após momentos cruciais como a fraca campanha na fase de grupos da Conmebol Libertadores e a recente e humilhante eliminação para o Vasco, que marcou a segunda vez que Zubeldía caiu para o rival. Explosão Tricolor aponta que a responsabilidade pelo atual “caos” nas Laranjeiras não recai unicamente sobre o técnico.
Erros no mercado da bola e contratações questionáveis
O portal destaca que decisões de mercado, muitas delas questionáveis, também contribuíram para o cenário atual. A reportagem menciona contratações como as de Guilherme Arana e Hulk, além de investimentos em jogadores como Rodrigo Castillo, Lezcano e Santi Moreno, que somaram cerca de R$ 70 milhões, sem o retorno esperado. A única solicitação de Zubeldía, a contratação de Alisson, também não agregou significativamente ao elenco.
Liderança e desempenho em campo em xeque
A matéria do Explosão Tricolor não poupa críticas à atuação de outros membros da diretoria, sugerindo que o presidente Mário Bittencourt e o diretor executivo de futebol, Fredy Angioni, deveriam acompanhar Zubeldía em sua saída. A insatisfação da torcida com o desempenho em campo é palpável, com o clamor por um “time sem vergonha” ecoando após atuações decepcionantes.
Jogadores sob observação e aposta na base
O texto também aborda o desempenho individual de alguns atletas. Lucho Acosta, por exemplo, é citado com um “estranho declínio técnico”, com a esperança de que sua renovação de contrato seja justificada em campo. Martinelli e Savarino também são mencionados, mas com a ressalva de que podem estar passando por uma fase ruim. A volta do voluntarismo em jogadores como Guga, Canobbio e Serna é pedida, assim como o profissionalismo de Fábio e Thiago Silva.
Marcão assume o comando e a busca por um novo esquema tático
Com a missão de reerguer a equipe, o interino Marcão assume o comando. A sugestão tática é abandonar o atual 4-3-3 e explorar formações como o 4-4-2 ou o 3-5-2, que remetem a um passado glorioso do Fluminense, como a campanha na primeira Copa do Mundo de Clubes da FIFA. A aposta na base também é vista como um caminho fundamental.
