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Fluminense vence o Corinthians e Marcão exalta “identidade”

Por Redação FluminutoLeitura: 5 min

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Marcão em Corinthians x Fluminense pelo Campeonato Brasileiro — Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Fluminense supera pressão e vence o Corinthians com “identidade”

O Fluminense demonstrou resiliência ao superar o Corinthians por 3 a 1 na Neo Química Arena, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro. Apesar de um segundo tempo de pressão adversária e oscilações, o técnico Marcão valorizou a capacidade do time de se manter firme e buscar a vitória, ressaltando a importância de não perder a identidade de jogo. Os gols tricolores foram marcados por Hulk (duas vezes) e Serna, enquanto Gustavo Henrique descontou para os paulistas.

Análise de Marcão sobre a partida

Marcão detalhou os momentos cruciais do confronto, explicando as mudanças táticas implementadas para conter o ímpeto corintiano. O treinador destacou a organização defensiva e a necessidade de ajustes para recuperar a posse de bola e explorar os contra-ataques.

A pressão do Corinthians e os ajustes tricolores

“O Corinthians voltou muito bem no segundo tempo, construindo jogadas e pressionando no terço final. Eles estavam produzindo muito mesmo com nossa equipe organizada”, analisou Marcão. “A gente perdeu um pouquinho da posse, que é o que a gente vem cobrando. Por isso a gente colocou o Paulo. O Lucho fez 45 minutos muito bons, mas a gente entendeu que precisava do Paulo. Ficou um pouco mais próximo do que a gente queria, conseguiu tirar a bola do Corinthians para acionar o Serna e o Canobbio.”

A oscilação como padrão e a força mental do elenco

As oscilações recentes do Fluminense em partidas têm sido uma tônica, embora o time tenha conseguido resultados positivos em diversas ocasiões, como nos jogos contra Platense e Vasco. Para Marcão, essa capacidade de superar momentos adversos se deve à experiência e força mental dos jogadores.

Mantendo a identidade em meio à pressão

“A gente não pode perder nossa identidade, o que temos planejado para os jogos”, afirmou o técnico. “Em algum momento do jogo eles vão tomar conta, como foi no jogo contra o Vasco. Precisamos encurtar as linhas e estarmos mais próximos para conseguir se defender para quando tiver a oportunidade, sair a situação do gol. Roubamos a bola por dentro e tivemos a oportunidade de atacar. O mais importante é os jogadores saberem o que estão fazendo nas diferentes fases do jogo, mesmo com o momento sendo do adversário.”

Impacto da vitória na tabela

Com os três pontos conquistados, o Fluminense alcançou 48 pontos e garantiu, no mínimo, a quarta colocação na tabela do Campeonato Brasileiro para a pausa da Data Fifa. Um empate entre Bahia e Athletico-PR, em outro jogo da rodada, poderia levar a equipe de Marcão à terceira posição.

A importância da experiência no elenco

Marcão também ressaltou a contribuição dos jogadores mais experientes, como Fábio, Thiago Santos e Hulk, na gestão dos momentos de dificuldade. “São jogadores que já passaram por tudo no futebol. Esse vai ao encontro do que planeja e quer para esse time. Contra o Platense, o segundo tempo já foi mais o que a gente quer do time. Organizada e controlando o jogo.”

O papel de Lucho e a busca por equilíbrio

O treinador elogiou a atuação de Lucho, destacando sua habilidade em acelerar o jogo. “Recuperamos, ele está treinando bem e teve a oportunidade de mostrar o que sabe. Temos dois ou três jogadores que podemos contar, hoje optamos pelo Lucho, no outro jogo atuou o Paulo (Henrique Ganso), a gente vai poder fazer isso mais vezes.” Marcão também enfatizou a busca por um equilíbrio tático que permita explorar o potencial de todos os atletas, incluindo a transição para ataque de jogadores como Hulk.

Respostas de Marcão sobre o jogo e o futuro

O técnico respondeu a diversas perguntas sobre o desempenho da equipe, as escolhas táticas e a relação com o elenco, reafirmando seu compromisso com o trabalho e a confiança dos jogadores.

Gerenciando o jogo e as substituições

Sobre as substituições e os momentos de maior dificuldade, Marcão explicou: “A gente vai sentindo o jogo, Samuel sentiu (lesão), Nonato baixou um pouquinho, vi que precisava do Paulo (Ganso) para organizar o jogo… A gente vai vendo quem está baixando. Trabalhamos junto com a fisiologia e departamento físico. Não é que entregamos a bola e baixamos, eu queria marcar lá em cima sempre, só que tem variações do adversário que nos empurram para trás.”

O mérito dos jogadores e a organização defensiva

“A gente vai encaixando conforme o adversário vai produzindo seu jogo”, disse Marcão. “Em algum momento do jogo precisamos dos nossos extremos, de uma linha de seis para defender os homens de frente do Corinthians. Tínhamos que estar bem organizado porque se a gente espaça as linhas, eles tiram proveito. Tem que dar mérito aos jogadores pelo o que fizeram. Foram premiados com esse jogo fantástico.”

Foco no trabalho e confiança no elenco

Em relação a questionamentos sobre sua preparação ou relação com os jogadores, Marcão mostrou confiança em seu trabalho: “Eu sei o que eu posso fazer junto com a minha comissão e jogadores. Eu não penso nisso. Só digo que estou ali para entregar tudo como desde a primeira vez que assumi. Fazer tudo por eles e para eles para fazer o Fluminense melhor possível.”

De acordo com o ge.

Redação Fluminuto

Redação Fluminuto Tricolor acompanha diariamente o noticiário do Fluminense, incluindo mercado da bola, jogos, treinos e bastidores, com curadoria editorial antes da publicação.

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