Guga explica “virada de chave” no Fluminense após saída de Zubeldía
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Guga concede entrevista coletiva antes de ndependiente Rivadavia x Fluminense pela Libertadores (Foto: Marcelo Gonçalves / Fluminense FC)
Guga analisa virada no Fluminense: “Mudança de energia”
O lateral Guga, do Fluminense, analisou a recente vitória sobre o Palmeiras, que encerrou uma sequência negativa da equipe, e projetou o confronto decisivo pela Copa Libertadores. Segundo o jogador, a forma como o Tricolor buscou a virada diante do líder do Campeonato Brasileiro demonstrou uma evolução importante no comportamento do time, especialmente após a recente troca no comando técnico.
“Você vencer o líder do campeonato depois de um momento conturbado é um dos melhores cenários para jogar uma decisão. Também da maneira que foi, conseguir a virada no final fazendo um bom jogo. Desde a volta foi o nosso melhor pelo que a gente mostrou em campo, atenção, intensidade”, comentou Guga em entrevista coletiva, conforme informações do portal Lance!. Ele ressaltou a dificuldade de se impor contra o Palmeiras e a importância de manter o ritmo para o próximo compromisso.
A transição pós-Zubeldía e a chegada de Marcão
A partida contra o Palmeiras marcou a estreia de Marcão como treinador interino, após a demissão de Luis Zubeldía. Guga reconheceu o carinho e a confiança que o elenco tinha no trabalho do técnico argentino, mas admitiu que a mudança gerou um impacto positivo no ambiente tricolor.
O impacto da troca de comando
“Futebol tem dessas. Já passamos por isso em várias situações. Às vezes não está dando certo e é necessária a mudança. Mesmo sabendo que nosso comandante era um cara importante, que tinha o carinho de todo grupo e que a gente acreditava nas ideias. Mas não vinha dando certo. A mudança de energia dentro do ambiente foi o principal fator para a virada de chave”, explicou Guga.
Pressão, intensidade e a busca por consistência
O lateral também abordou a cobrança interna e externa por resultados e boas atuações, características inerentes à grandeza do Fluminense. Ele destacou que a falta de intensidade e a desconexão em campo eram problemas que a equipe precisava superar, algo que foi evidenciado na vitória sobre o Palmeiras.
A importância de manter o nível de atuação
“A cobrança sempre existiu. A grandeza de quem representa o Fluminense não pode ficar tanto tempo sem vencer. Não só resultado, mas também boas atuações. Que era o que estava acontecendo. Existiu uma cobrança de todo mundo, normal. Acho que agora é conseguir manter o nível de intensidade e atenção. Era o que estava faltando antes”, afirmou. Guga enfatizou que a capacidade técnica do elenco é inquestionável, mas que a concentração e a dedicação em campo são cruciais para o sucesso.
Foco na decisão contra o Independiente Rivadavia
Com a confiança renovada, o Fluminense se prepara para enfrentar o Independiente Rivadavia em Mendoza, em busca da classificação para a próxima fase da Libertadores. O jogo de ida terminou em 0 a 0 no Maracanã, e o Tricolor precisa da vitória para avançar sem depender dos pênaltis.
Estratégia para o confronto decisivo
Guga projetou um Fluminense buscando o controle do jogo, mas alertou para os perigos do adversário, especialmente em contra-ataques e bolas paradas. “A gente tem total condição de impor nosso ritmo. Pela nossa grandeza, pelos jogadores e características que temos. Viemos com o pensamento de ter o controle do jogo. Sabemos que é um time difícil. Tem contra-ataque, bola parada. É semelhante ao que a gente enfrentou no sábado contra o Palmeiras”, disse. A principal preocupação será evitar um jogo de “trocação” e manter a organização tática para neutralizar as investidas do Independiente Rivadavia.
